Caso de cliente do Nubank e Banco do Brasil assaltado viraliza e mostra que redes sociais podem se tornar SAC

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O caça-talentos Bruno de Paula teve o celular roubado enquanto estava com a tela desbloqueada, em um semáforo na zona norte de São Paulo, no último dia 29 de abril. Apesar de De Paula ter tentado bloquear o aparelho com ajuda da operadora Claro, os criminosos conseguiram usar o celular, entrar nos aplicativos do Nubank e do Banco do Brasil e realizar transferências de milhares de reais. A partir de então, começou a busca de Bruno para receber os valores de volta, apesar de muita dificuldade em lidar com os serviços de atendimento ao consumidor de ambas as instituições financeiras. Bruno decidiu relatar os casos no Twitter e rapidamente viralizou: o primeiro post de um longo fio no qual relata o caso obteve 44 mil compartilhamentos e 157 mil curtidas. Somente após a visibilidade na rede social, o caça-talentos conseguiu as devoluções. O caso mostra a utilidade das redes sociais como serviço de atendimento ao consumidor quando os canais tradicionais falham, sendo capaz até de transbordar para casos parecidos.

A influencer Mônica Majima por exemplo, acredita ter conseguido auxilio graças ao ocorrido com De Paula. Ela contou ter passado por situação parecida. “Eu estava dentro do carro, com os vidros fechados, parada por causa do semáforo vermelho. De repente, um desconhecido quebrou o vidro da porta anterior do passageiro e no mesmo impulso da batida no vidro, já adentrou no carro e roubou o meu aparelho celular que estava no suporte de aparelho celular e em seguida já saiu correndo. Quando cheguei na delegacia para realização do BO, consegui usar o telefone de lá para entrar em contato com o Nubank, enquanto minha irmã tentava bloquear meu aplicativo do Banco do Brasil ligando pra eles também. Ao ligar, ambos os bancos conseguiram realizar as solicitações: o Nubank desvinculou meu aplicativo do celular roubado e o Banco do Brasil disse que bloquearia o acesso ao aplicativo. Entretanto, em ambas as contas, já haviam sido feitas transações”, conta Majima.

 

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